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▓ Pele eletrônica flexível monitora saúde

10 Ago 2011

Redação SII – 11/08/2011
Os voluntários usaram os dispositivos nos braços, pescoço, testa, bocheca e queixo, todas áreas que exigiram bastante da flexibilidade do material. [Imagem: John A.Rogers]

Eletrônica epidérmica

 

Ela é fina, flexível e pode ser aplicada à pele como se fosse um adesivo.

Assim é a nova pele eletrônica criada pela equipe do Dr. John Rogers, um  pioneiro no campo da eletrônica flexível.

O nome técnico da pele eletrônica é sistema eletrônico epidérmico.

O circuito eletrônico, aplicado sobre a pele, monitora o ritmo cardíaco e  outros sinais vitais, sem a necessidade dos eletrodos e dos pesados aparelhos  usados hoje pelos pacientes.

As possibilidades de aplicação, contudo, vão além: a pele eletrônica pode ser  usada como um curativo eletrônico para acelerar a cicatrização e para o  tratamento de problemas de pele, além de servir como pele artificial para robôs e para próteses biônicas, como pernas e braços artificiais.

Além do diagnóstico médico, os circuitos eletrônicos incorporados na pele eletrônica podem ser usados para sensoriamento, comunicações e até interfaces homem-máquina, o que amplia suas possibilidades de uso.

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